O IoP Journal publicou o caso de sucesso da NTK Confecções, uma empresa do mercado de moda localizada no bairro do Brás, em São Paulo (SP), que controla marcas conhecidas como a Fatal, destinada ao público jovem, e que adotou a tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID), da iTAG Etiquetas Inteligentes, desde maio de 2021. Graças ao sucesso dos primeiros meses de utilização da RFID, a NTK continua ampliando a implantação da tecnologia em todos os setores de seu negócio, incluindo as outras marcas que detém e gerencia.

A companhia, nascida há mais de 20 anos num pequeno box no bairro do Brás, tem hoje 280 colaboradores e opera 350.000 peças com RFID, por mês. Segundo Eduardo Agenor Leite, gerente de logística e operações da NTK, a RFID já estava no foco da empresa há mais de dois anos. “O mercado busca fazer mais com menos. Nós, da NTK, queremos fazer muito mais com o que temos à nossa disposição. E a RFID entra nessa estratégia da companhia”.

Leite diz que a empresa evoluiu muito, sem muita tecnologia. “Agora, para não limitar esta evolução precisamos investir em mais tecnologia, inclusive na RFID. Assim, há mais de dois anos temos planejado a transformação de nossos negócios com a iTAG, nosso parceiro em RFID”. O executivo da NTK diz que a implantação da estrutura física começou em dezembro de 2020. “Em março de 2021, passamos a integrar o sistema da iTAG com o nosso ERP [Sistema de Gestão Empresarial]”.

“As tags passaram a ser colocadas nos kits da empresa em maio deste ano. “Os kits são montados para otimizar custos. Assim, cada kit com seis peças tem uma tag. Não são todos os setores da empresa que já usam RFID. Algumas partes da empresa ainda estão com processos sendo adaptados para adotar a tecnologia”.

Leite garante que o processo está bem seguro com RFID. “Em maio, começamos a disponibilizar as operações com RFID. Em uma operação de entrada, com 1.000 peças, que levava uma hora para concluir todo o processo de contagem e liberação, antes da RFID, hoje, gastamos menos de 10 minutos para colocar os produtos à venda”, comemora. “Aos poucos vamos agilizar ainda mais este processo”.

Por ser uma companhia de marcas de moda, que trabalha com coleções, a direção da NTK decidiu começar com RFID pelas temporadas de moda “primavera/verão” e “outono/inverno”. “A RFID trouxe segurança para as informações. Assim, podemos ter certeza de que o produto correto foi encaminhado direitinho para cada pedido de cliente. E, em cada setor, os erros caíram para zero, com RFID”.

Entre os próximos passos está o controle de mercadorias pela nota fiscal de produtos, de acordo com Leite, que calcula que atualmente 50% da empresa está usando RFID. “Ainda não usamos na armazenagem e distribuição para depósitos, onde operamos 45.000 peças por dia. Acredito que ainda conseguiremos colocar RFID em 80% das operações, até o final de 2021. O maior desafio para implantar a tecnologia foi reestudar processos, que tiveram de ser revisados e todos foram muito reduzidos”.

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