Com retornos imediatos, iTAG tem conquistado o mercado brasileiro

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Maior varejista do Brasil em eletros, Magazine Luiza tem testado a tecnologia para otimizar tempo e obter lucros

Para atravessar este momento de recessão pelo qual o país está passando, o as empresas do Brasil precisam reduzir custos, aumentar eficiências e garantir a competividade, ou seja, tudo o que a RFID pode ajudar a conquistar.  A tecnologia garante rapidez da conferência de estoque e ainda permite a redução de 70% das perdas na expedição. Em outras palavras, investimento com retorno imediato.

Um exemplo mais recente disso é a rede Magazine Luiza, umas das maiores redes de varejo de eletroeletrônicos e móveis do país, com faturamento de R$ 12 bilhões, tem testado o RFID para otimizar a logística de produtos.

Quando concluído, o case pode ser o maior do mundo na utilização da tecnologia. “Nós apostamos em inovação”, ressaltou, Fred Trajano, diretor do Magazine Luiza, comentando que a RFID é uma tecnologia vista como necessária para se viabilizar o conceito de Omni Channel, que irá disponibilizar os estoques m toda a rede de lojas e nas operações online.

Atualmente, a iTAG possui junto à Brascol, maior atacadista de moda bebê da América Latina, o segundo maior caso com uso da radiofrequência. Título reconhecido internacionalmente, pela GS1.

Outro exemplo de sucesso proporcionado pela iTAG está em Cianorte (PR), na PL Confecções. O grupo é um dos principais do Paraná e atende etiquetas como Calvin Klein e Timberland além das marcas próprias.

Conhecida como a “Cidade da RFID” (leia mais em Cidade da RFID faz bons negócios), que utiliza a tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID) para obter vantagem competitiva em seu ramo de atividade, com redução de custos e aumento da eficiência.

Alguns dos benefícios principais da PL Confecções com o uso da RFID estão nas suas operações e processos. “Os ganhos maiores foram no tempo para entrada dos produtos, saída para o faturamento, diminuição de horas extras e uma equipe compacta”, explica Rodrigo Cabral, executivo de Tecnologia da Informação (TI) da companhia, dizendo que, antes da RFID, o processo era feito com leitores de códigos de barras, o que fazia o processo ser lento e propenso a erros.

“Várias mudanças puderam ser notadas [após a implantação da RFID], como agilidade no processo de entrada e saída e na equipe dos colaboradores, uma equipe mais compacta”, afirma Cabral. A solução foi implantada pela iTag, que desenvolveu os portais fixos RFID, com leitores e antenas da Acura Global. Estão em uso atualmente cinco leitores de RFID que, dentro dos portais, identificam os volumes que serão entregues para atender os pedidos dos clientes.

Os portais estão instalados na expedição, onde os produtos são separados por modelo, cor, tamanho, entre outras características e embalados para cada cliente. Depois de empacotados, os sacos plásticos com os pedidos de cada comprador passam novamente por um portal RFID para que sejam conferidos os conteúdos a serem entregues aos clientes. Qualquer correção, seja a inclusão de um item faltante ou retirada de um embalado por engano, acontece nesta última checagem.

Isto é possível porque todas as roupas produzidas na fábrica de jeans e de outras peças de vestuário da PL Confecções recebem uma tag (ou etiqueta inteligente) RFID com uma identidade única, determinando o modelo específico de cada peça, cor, tamanho e outras caraterísticas, individualmente, como um acabamento bordado, um botão especial etc. As tags utilizam o chip Ucode7, da NXP Semiconductor, e são fabricadas pela iTag. (Com informações do RFID Journal).